Mega-sena, concurso 1.860: aposta de MG ganha sozinha

segunda-feira, setembro 26, 2016 Clovisnáilton

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  • 40
  • 44
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Quando eu vi o resultado, pensei: "ah, acumulou... não tem viado nenhum neste mundo que vá jogar 10, 30, 40 e 60... e ainda por cima, escolher outras duas dezenas para dar os seis números".

Mas aí eu caí do cavalo! Sim, e caí de um cavalo mineiro.

Sim, amigos e amigas, alguém em Minas Gerais, da cidade de Juiz de Fora, teve a brilhante ideia de marcar estas 4 dezenas terminadas em ZERO e levou para casa a bagatela de R$ 57 milhões!

Como é que eu não dou uma sorte desta... affff!!

Irmãos jogam os mesmos números na loteria e ganham US$ 250 mil nos EUA

quinta-feira, setembro 22, 2016 Clovisnáilton

Olha, não vou falar nada não... aliás, vou sim: LEIA A REPORTAGEM CLICANDO AQUI.

Os irmãos Phu e Thinh recebem seus cheques (Foto: Colorado Lottery)
Ahhhh, tá com preguiça, né? Vou resumir: dois irmãos, o Phu D, carinhosamente apelidado por mim de "phudidim" e sua irmã, Thinh D, também apelidado por este que vos fala de "tinhadois", ganharam uma bolada no Powerball.

Não me pergunte como, quando, porque, sei lá se o capeta sabe que os dois jogaram os mesmos números, em lugares diferentes do Estado do Colorado.

Aposto que existe telefone neste mundo, por exemplo. Ou os números sorteados são tão conhecidos dos irmãos que fácil foi chegar a esta conclusão.

Pois então, phudidim e tinhadois ganharam na loteria.


E zé finí!

Mulher ganha US$ 390 mil na loteria após jogar mesmos números 27 anos

quarta-feira, setembro 21, 2016 Clovisnáilton

Rosemary Loveland (Foto: Idaho Lottery/Reprodução)

Olha, euzinho faço um mesmo jogo há mais de 5 anos e até agora nada.

Vou ver se aguento esperar mais 22 anos aí... porque a tia lá aguentou!!

LEIA A MATÉRIA COMPLETA CLICANDO AQUI

Resultado Mega-Sena 1857

sábado, setembro 17, 2016 Clovisnáilton

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  • 35
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Olha só que números? Finais 3-3, 5-5 e 2-3! Iniciais 1-2-2-3-5-5. Sabe o que isso quer dizer para o próximo concurso da Mega-Sena?

NADA!!!

Ganhei na Mega-Sena acumulada e o sexo melhorou 100%

quinta-feira, setembro 15, 2016 Clovisnáilton

Sabe fila de casa lotérica? Sabe as conversas entre pessoas que nunca se viram, nunca se verão novamente? Sabe... sempre alguém tem um conhecido que conhece outra pessoa que já beliscou um prêmio. Eu, nestas minhas longas horas gastas para fazer minha fezinha, quase que diária, já ouvi muitas, muitas histórias.

Os personagens, assim como o locutor, nunca vi, nunca ouvi falar... mas, em muitos casos, a história é boa!

Agora, te pergunto: será verdade?

Apostadores fazem fila em lotérica na rua Boa Vista, em SP por Mega-Sena da Virada

Senhor Xispeto, aposentado.

"Sempre joguei na loteria: era loteca, quina, raspadinha, premiada, jogo de bicho, tudo que poderia me dar uma oportunidade de mudar de vida, eu apostava. Hoje viúvo, filhos já criados, uma aposentadoria relativamente boa, uma vida intelectual, tudo isso estava fazendo parte da minha terceira e melhor idade, juntamente com os problemas e percalços que todos nós temos que trilhas quando alcançamos sete décadas de vida. E o jogo? Sempre apostava, principalmente quando recebia da Previdência, nas casas lotéricas, o valor da aposentadoria, como já falei. Um belo dia, de tanto teimar durante anos e anos, fui finalmente contemplado. Foi um concurso onde eu e mais outros dois apostadores levamos uma boa bolada. Chamei meus filhos, noras, netos e reparti com eles a minha fortuna. Lembro como se fosso ontem, a alegria deles: alguns choraram de soluçar, outro, o caçula, que estava com dificuldades financeiras e havia se separado recentemente, cogitava voltar para o lar, tentar recomeçar. Eu fiquei com uma parte do valor, parte esta que dava para, com muita sabedoria, me propiciar uma velhice bem mais digna, com maiores sabores, do que aquela que teria somente com os valores da aposentadoria. E com o prêmio, o sexo, que antes era bastante casual e com as minhas parceiras do clube de salão, passou a ser uma rotina, tanto aqui quanto lá no exterior (afinal, transa mais quem transa em Paris, Veneza, Nova York...). Boas roupas, um automóvel esportivo - meus filhos riram quando cheguei com o BMW conversível em casa - e viagens pelo mundo, pelo menos duas ou três vezes ao ano, agora faziam parte do meu lazer. O vigor agora é outro, a alimentação muda, os hábitos bem diferentes dos de antes, tudo isso, acrescentado com as novidades que o mundo te proporciona, faz e está fazendo que as conquistas diárias tenham sabores diferentes a cada momento. Sempre viajo sozinho, quer dizer, sem acompanhante. Olho na agência de viagem um local específico, estudo o local e as atrações, pago, embarco no avião e por lá fico duas semanas, uma semana, depende. Lá faço amizades, estreito relações, afino meu inglês e francês, me rejuvenesço algumas décadas e para casa retorno, com vontade de voltar. E assim vai, com ou sem viagra..." 

(sobre o texto: o nome do ganhador é fictício, personagens fictícios, história... bem, fictícia também... eu acho!!)

Mulher descobre que prêmio de US$ 1 em loteria era na verdade de US$ 785 mil

quinta-feira, setembro 15, 2016 Clovisnáilton

Resultado de imagem para raspadinha
Você vai ler a história CLICANDO AQUI, mas de antemão vou te contar um caso muito legal que aconteceu comigo.


Teve uma época que eu apostava na famosa "raspadinha". Aí você, que tem o costume de comprar, sabe que vamos "comendo pela beirada" até chegar no último número para, assim, poder saber se ganhamos ou não a porcaria do prêmio. 

Um belo dia eu estava raspando e apareceu, se não me falha a memória, dois prêmios grandes, tipo R$ 500 mil. E ainda restavam mais 4 casas para raspar + a chance extra. Eu fui tomado de uma emoção sem fim: seria naquela raspadinha, a solução financeira para todos os meus problemas de pobreza? E raspei o terceiro, o quarto, o quinto e, no sexto, o número 5 inicialmente brotando nos meus olhos tornou-se só R$ 5,00 e a chance extra deu bosta nenhuma.

Acho que foi a última vez que comprei estas raspadinhas. 

Tem gente que gosta... mas eu acho que ainda falta informação, como por exemplo, se o prêmio máximo já saiu ou quais ainda são os prêmios disponíveis naquele momento.

Sei lá, não sou muito deste tipo de jogo não... mas, sei lá, vai ver hoje passo na lotérica e arrisco uma... quem sabe, não é mesmo?

Lavou a calça com bilhete de loteria premiado dentro e perdeu bolada

quinta-feira, setembro 15, 2016 Clovisnáilton

Resultado de imagem para calça máquina lavarPensa: o cara chega em casa à noite, cansado pra caralho de tanto trabalhar, tira a roupa, vai tomar um banho, depois vai jantar, vai assistir uma televisão e, já nas altas horas da noite, deita e vai dormir para, no outro dia, acordar e ir trabalhar.

Quantas e quantas vezes você, por exemplo, no outro dia pela manhã, na hora de ir embora para o serviço, não deu falta do documento do carro, ou da chave do escritório, ou daquelas moedinhas que você iria pagar o ônibus ou até mesmo da carteira? Daí você faz o caminho inverso na cabeça para saber onde o colocou e se lembra que, da última vez que viu o objeto, estava dentro da sua calça. Corre no cesto de roupas sujas e tá lá o negócio.

Comigo já aconteceu com documento de carro, com chave, com moedas e também com algum documento, em papel, que, quando dei sorte, achei ainda seco, intacto. Mas outas vezes, só o restinho de papel amassagado, molhado, despedaçado pela máquina de lavar roupas.

Agora pensa: e se fosse um jogo da Mega-Sena ou de outra loteria? E se fosse molhado, espedaçado, arregaçado, fudido e estrupiado pela máquina de lavar? E pior: E SE O BILHETE FOSSE O PREMIADO?

Eu, macaco velho, nunca deixo meus jogos soltos em calças, blusas, camisetas: sempre na carteira! Na carteira (e no plástico da carteira) o jogo está, em termos, protegido pela ação do tempo. Tá certo que se você cair numa piscina ou se você teimar em sair embaixo de uma tempestade, sem guarda-chuvas, seu jogo irá se molhar... mas daí você tem que ter consciência do que está fazendo.

Mas parece que um colega teve seu sonho interrompido por uma máquina de lavar roupas: CLIQUE AQUI PARA LER A HISTÓRIA.

É... parece que negócio é complicado, hein?

[filmes] Em algum lugar no passado

quinta-feira, setembro 15, 2016 Clovisnáilton



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Título: EM ALGUM LUGAR DO PASSADO
Título Original: Somewhere in Time
Ano de Lançamento: 1980

Sinopse: Universidade de Millfield, maio de 1972. Richard Collier (Christopher Reeve) é um jovem teatrólogo que conhece na noite de estréia de sua primeira peça, uma senhora idosa, que lhe dá um antigo relógio de bolso enquanto, em tom de súplica, lhe diz: "volte para mim". Ela então se retira sem dizer mais nada, deixando Richard intrigado enquanto volta para seu quarto no Grand Hotel. Chicago, agora em 1980: Richard não consegue terminar sua nova peça e, assim, decide viajar sem destino certo e resolve se hospedar, justamente, no Grand Hotel. Lá resolve visitar o Salão Histórico, que está repleto de antiguidades e curiosidades do hotel, e fica encantado com a fotografia de uma bela mulher. Como não havia plaqueta de identificação, Richard procura Arthur Biehl (Bill Ervin), um antigo funcionário do hotel, que diz para Richard que o nome da mulher na fotografia era Elise McKenna (Jane Seymour), uma atriz famosa que fez uma peça no teatro do hotel em 1912. Collier fica tão obcecado com o rosto de Elise que decide então, não partir e vai até uma biblioteca próxima, onde pesquisa sobre McKenna. Para sua surpresa, descobre que Elise é a mesma mulher que lhe deu o relógio, que ele carrega até hoje. Richard então procura Laura Roberts (Teresa Wright), que escreveu o artigo sobre Elise. Inicialmente ela não o recebe bem mas, quando ele mostra o relógio, Laura fica espantada, pois era um objeto de estimação que ela nunca se separava e sumiu na noite em que ela morreu, ou seja, justamente na noite em que falou com Richard. Ao conversar mais calmamente com Laura, Richard toma consciência que ele e Elise tinham vários fatores em comum, mas parece que para achar a peça que falta deste intrincado quebra-cabeças, ele teria que ir à algum lugar do passado, mas para isso, precisava se desligar totalmente do presente.


Gente, eu, o dia que ganhar na Mega-Sena, vou montar uma sala de cinema na minha casa, tipo estas que a gente vê, vez em quando, numas luxuosas casas (mansões) para que o dono e seus convidados possam, calmamente, usufruir de uma bela tarde de pipoca e refrigerante, vendo um ótimo filme.

Quando isso acontecer, uma das primeiras "obras de arte" que verei, seguramente, será este filme que, ontem, ainda pobre, assisti pela segunda vez. A primeira foi quando eu era moleque, passou num sábado no Supercine da Globo... e eu chorei! 

Foi por volta de 1985 que assisti O Exterminador do Futuro, pessoas voltando ao passado para matar, alterar o presente, bombas, Arnol Schwarzenegger metendo o ferro e nós, jovens, começamos a ter aquele conceito de "seria possível voltar no tempo?" que permeou nossas leituras de gibis da Marvel e DC Comics por anos à fio.

Aí, despretensiosamente, assisti ao filme Em Algum Lugar no Passado, antítese de Exterminador, em sua mais completa forma. O "superman" volta, para por amor! O "superman" acha sua "louis", em 1912, e com ela tem a mais tenra noite de amor para, no outro dia, jovens rindo e se prometendo mutuamente, ele acha no bolso da sua roupa uma moeda de 1979 e o sonho se desfaz.

No filme não existe máquina do tempo, não existe poção química ou mágica para se regressar, mas tão simplesmente no poder da mente. Tá bom, inconcebível para nós é a própria viagem no tempo mas em termos de ficção, está aí The Flash, ótima série da DC e atualmente na 3a temporada em que Wally vai e volta, muda, acerta e faz o diabo com o tempo. Mais ou menos, né?

Mas o nosso eterno "superman", depois de consultar um professor, que inclusive deu aula para ele na faculdade (McKenna tinha um livro dele sobre voltar ao passado; ele então vai procurá-lo), consegue as informações necessárias para voltar ao tempo. Detalhe: na conversa, o professor disse ainda que ficou muito cansado pela experiência e que, se tivesse tentado voltar novamente, provavelmente iria falecer).

Temos aqui uma informação crucial: McKenna, uma senhora idosa, com a sabedoria adquirida do livro do tal professor, também não poderia ter voltado ao tempo? Se analisarmos bem, a McKenna poderia ter se personificado na McKenna de 1912 em duas ocasiões: a primeira quando vi Richard pela primeira vez ("é você?) e na segunda diante da platéia do teatro, onde confessa seu amor ao nosso eterno "superman".

Outra coisa: McKenna, com certeza, acompanhou a vida de Richard desde o seu nascimento ou da sua juventude, mas logicamente isso não apareceu no filme. A idosa McKenna não descobriu Richard somente no dia da inauguração da sua peça, com certeza não. Isso deve ter doído na alma de Elise, ver seu amado crescendo jovem e saudável, enquanto ela corria em direção oposta. E tudo culmina na noite de sua morte, na entrega do relógio ao Richard e na frase: "volte para mim". Já pensou nisso?

E no final das contas, a separação; ela amargou anos de sofrimento pela perda do amor (1912-1972), ou seja, 60 longos anos até sua morte; ele, ao voltar no tempo e retornar ao presente, uma semana!

Que filme sensacional...