Lotofácil, concurso 771
Duro. Liso. Sem dinheiro para mais nada, exceto fazer aquele jogo para o concurso 771 da Lotofácil. É, é difícil a vida de empregado assalariado, eu sei! Eu sofro com isso também: começo de mês a coisa já não é tão boa, mas quando chega o finalzinho, quando chega os últimos dias do mês, a coisa fica feia! Hoje estou igual àquela música, primo primeiro de um cachorro! Duro. Liso. Nem para tomar uma cerveja fiado eu tenho, porque tô devendo a Véia Lidú umas 10 Schins que tomei lá na semana passada! A minha esperança era ter ganho a Lotofácil, concurso 770, mas não acertei nem 10 números. Fico pensando que estas sequências que estou apostando faz uns bons 2 anos e poucos meses, se ela é realmente muito difícil. Deve ser, porque o máximo que consegui foi uma única vez com 13 acertos e outros montes de 12 e 11. Mas eu persigo os 15. Aliás, estava eu no boteco da Véia Lidú na semana passada e papo vai, papo vem, conversei com um cidadão que estava por lá bebendo uma cerveja e tocamos no assunto de loteria. Ele acabou me confidenciando que já havia acertado os 14 pontos na Lotofácil. Na hora, me enchi de inveja, mas uma inveja boa, entende? Eu nunca conversei com alguém que tivesse acertado 14 pontos, nem pessoalmente, muito menos no MSN (acho que nem a turma do Seu Valdir, de Piracicaba, já acertou os 14 pontos) e fiquei muito empolgado! Aí, este senhor me falou que, no dia que ele acertou os quatorze, ganhou uma mixaria da porra, porque o Brasil todo havia ganho também. De um valor, estimado, de mil e quinhentos reais, ele ganhou só uns quatrocentos reais. Aí é sacanagem! Por isso eu sempre bato na mesma tecla: eu acho que estou custando à ganhar na Lotofácil porque meu números são difíceis. No dia que ganhar, vou ganhar sozinho! Amém!!!

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